O que é o HTLV-1?


É um vírus de células T humanas (que são células importantes para o sistema de defesa do organismo), que pertence à família do HIV, o vírus da AIDS. Pode ser transmitido por relações sexuais desprotegidas, por transfusões de sangue e, dentre outras formas, pode ser também por meio da mãe para o filho (a) durante a gestação.
No Brasil, representa um grande problema de saúde, por ser uma doença negligenciada. Isso pode ser explicado por conta de o Brasil ser o país com o maior número de casos em todo mundo e não realizar nenhuma campanha de conscientização da população.
Uma das razões pode ser por causa da grande maioria dos pacientes ser assintomática, isso é, raramente o portador vai apresentar sintomas. São entre 5% a 10% dos portadores desenvolverem complicações médicas e estas podem ser graves. Exemplos podem ser a leucemia e a paraparesia espástica tropical, que é uma condição que afeta a medula espinhal.
Além da falta de sinais e sintomas, o desconhecimento por parte dos profissionais de saúde pode ser um empecilho para o diagnóstico precoce. Outro problema grave é que não existe um tratamento preventivo.
O diagnóstico tardio pode reduzir as chances de melhora do paciente e também pode reduzir o contágio.
Sendo assim, recomenda-se o uso de preservativos, não reutilizar ou compartilhar seringas e, em caso de gestação, pedir para o médico realizar o teste rápido.
REFERÊNCIAS:


Candidíase: fique em alerta






Candidíase e uma infecção causada pelo fungo Candida Albicans que pode se apresentar em homens e mulheres, e podem ser transmitidos nas relações sexuais sem o uso de preservativo.
Entretanto esse microrganismo vive normalmente no corpo humano sem causar prejuízos, porém quando ocorre desequilíbrio esse fungo pode se proliferar de maneira desordenada e causar danos. No verão as pessoas ficam mais vulneráveis a adquirir a infecção devido aos longos períodos com roupas de banho molhadas o que torna o ambiente favorável a proliferação desse fungo.


Seus sintomas são:
  •      coceiras e vermelhidão na região genital
  •      corrimento esbranquiçado
  •      ardor ao urinar
  •      dor nas relações sexuais

           Prevenção

  •      Evitar ficar muito tempo com roupas de banho molhadas
  •      optar por calcinha de algodão
  •      usar preservativo nas relações sexuais
  •      evitar o uso de roupas que apertem a região intima, use roupas mais leves para ventilar o local


O tratamento e feito com pomadas antifúngicas e ou medicamentos orais, e sempre que tiver alguns desses sintomas procurar um médico.




REFERÊNCIAS


AZEVEDO, Evelin.Casos de candidíase aumentam no verão por causa de roupas de banho. Disponível em :<https://extra.globo.com/noticCasos de candidíase aumentam no verão por causa de roupas de banhoias/saude-e-ciencia/casos-de-candidiase-aumentam-no-verao-por-causa-de-roupas-de-banho-22331082.html> Acesso em : 24 de fevereiro de 2019

CANDIDÍASE.Drazio. Disponível em:< https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/candidiase/#>Acesso em:24 de fevereiro de 2019

Você já ouviu falar em Linfogranuloma venéreo?

Resultado de imagem para Linfogranuloma venéreo


O que é
O linfogranuloma venéreo (LGV), também chamado de mula, é uma infecção sexualmente transmissível (IST). Causada por três tipos diferentes da bactéria Chlamydia trachomatis, que também é responsável pela clamídia. Nos casos do LGV, existe formação de feridas indolores e cheias de líquido na região íntima e que nem sempre são percebidas.
LGV ocorre esporadicamente nos EUA, mas é endêmico em partes da África, da Índia, do Sudeste Asiático, da América do Sul e do Caribe. Em geral, é diagnosticado muito mais em homens do que em mulheres.

Formas de contágio
O contágio ocorre por via sexual por isso é importante usar a camisinha em todos os contatos íntimos, bem como ter atenção à higienização da região íntima após a relação sexual.

Sinais e sintomas
  • As feridas podem aparecer nos órgãos genitais e também em outras partes do corpo (pênis, vagina, colo do útero, ânus e boca). Muitas vezes as mesmas não são percebidas e desaparecem sem tratamento.
  • Entre uma a seis semanas após a ferida inicial, surge um inchaço doloroso (caroço ou íngua) na virilha, que, se não for tratado, rompe-se, com a saída de pus.
  • Pode haver sintomas por todo o corpo, como dores nas articulações, febre e mal-estar.
  • Quando não tratada adequadamente, a infecção pode agravar-se, causando acúmulo de linfa no pênis, escroto e vulva
Diagnóstico e Tratamento
Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessa IST, recomenda-se procurar um serviço de saúde para o diagnóstico correto e indicação do tratamento com antibiótico adequado.
O diagnóstico é feito por meio da análise dos sintomas e exames de sangue que identificam os anticorpos contra Chlamydia trachomatis, bem como a cultura de secreção da ferida, que pode ser útil para identificar o microrganismo e verificar qual o melhor antibiótico para ser usado como tratamento.
O tratamento deve ser feito de acordo com a orientação médica, o tempo e tipo de tratamento variam de acordo com o perfil de sensibilidade do microrganismo e com os sintomas apresentados. Além disso, é importante que a pessoa faça exames regulares para certificar que realmente o tratamento está tendo efeito desejado.


Referências
http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-sao-ist/linfogranuloma-venereo-lgv
https://www.minhavida.com.br/saude/galerias/20481-conheca-15-tipos-de-dsts-e-como-preveni-las
https://www.tuasaude.com/linfogranuloma-venereo/

Sífilis: Evolução da doença 



           A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode ser transmitida por relação sexual sem o uso de preservativos com uma pessoa infectada ou para a criança durante o parto ou gestação. Suas manifestações clínicas variam de acordo com os estágios da infecção. 
       
      Sinais e sintomas de acordo com a fase da doença:  
Primária:   Ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele). Normalmente não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha. 
Secundária: Manchas no corpo, normalmente não coçam, pode ocorrer febre, dor de cabeça e ínguas pelo corpo. 
Sífilis latente – Não há sinais ou sintomas. 
É dividida em sífilis latente recente (menos de dois anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de dois anos de infecção). 
Terciária: Geralmente apresenta sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, cardiovasculares, neurológicas e ósseas. Esses sintomas podem surgir de 2 a 40 anos depois no início da infecção. 

Sífilis tem cura. O diagnóstico é realizado através de exames específicos, incluindo teste rápido, que é disponível nos serviços de saúde do SUS. Mas vale lembrar que é importante se prevenir sempre, uso correto da camisinha, tanto masculina quanto feminina e acompanhamento das gestantes e parceiros sexuais, para prevenção da sífilis congênita. 


REFERÊNCIAS



Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial

Copyright © Sexualidade, doenças sexualmente transmissíveis e prevenção | Facebook

UNIFAL | Pró-reitoria de Extensão