Camisinha: conheça os diferentes tipos

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Apesar da camisinha representar o método mais seguro de prevenção ante as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e um dos métodos mais baratos de se evitar uma gestação, ela vem sendo deixada de lado principalmente por jovens.

 A revista SAÚDE teve acesso em primeira mão a um levantamento em 2016 da Gentis Panel, empresa especializada em pesquisa de mercado, que entrevistou mais de 2 mil pessoas de todas as regiões do Brasil e obteve resultados preocupantes: 52% dos brasileiros nunca ou raramente usam preservativos, 10% utilizam às vezes e só 37% se protegem sempre ou frequentementeO curioso é que esses números evidenciam um enorme paradoxo: o Ministério da Saúde aponta que mais de 95% da população sabe que a camisinha é o modo mais eficiente de não se contrair o vírus HIV e DSTs.

Um dos motivos para essa controversa é a dificuldade conciliar a ereção com a camisinha por achar que atrapalha o momento, pensando nesse problema hoje no mercado já se encontram inúmeros tipos de camisinha visando proporcionar uma relação segura e saudável.

  •  Camisinha com sabores variados como morango, chocolate, menta, dentre outras (vale lembrar que o uso do preservativo na relação oral é imprescindível).
  • Camisinhas com gel retardador da ejaculação, contêm um gel prolongador que dessensibiliza o pênis, ou seja, levando mais tempo para ejacular.
  • Camisinha texturizada, causam mais atrito no interior do canal vaginal, e essa fricção acaba gerando mais prazer.
  • Camisinha latex free, é uma excelente opção para os alérgicos.
  • Camisinha extra fina, superfina e resistente.
  • Camisinha apropriada para o tamanho do pênis, para que não aconteça nem um tipo de incomodo.
  • Camisinha que brilha no escuro
  • Camisinha feminina


 Diante de tantas opções, você não tem mais desculpa para não usar!


Referências:
https://saude.abril.com.br/bem-estar/mais-da-metade-dos-brasileiros-nao-usa-camisinha-mostra-pesquisa/ https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/02/13/por-que-os-jovens-nao-usam-camisinha.htm

Gonorreia, sífilis e clamídia resistentes: não dá pra relaxar!




Com o avanço no tratamento da Aids, é cada vez maior o numero de pessoas que vem negligenciando o uso da camisinha, especialmente quando se trata de sexo oral. A consequência? O retorno de doenças antigas que trazem estragos enormes, como a sífilis e a gonorreia. E o pior de tudo: essas duas DSTs, a princípio fáceis de serem tratadas, estão se tornando resistentes aos antibióticos mais comuns, juntamente com a clamídia.
Segundo a OMS, infecções por clamídia, gonorreia e sífilis “estão se tornando mais difíceis de tratar em razão da má utilização ou uso excessivo de antibióticos”. Alguns desses medicamentos que, no passado, eram capazes de eliminar as bactérias causadoras dessas infecções, têm agora se mostrado ineficazes.

Após a análise de dados de 77 países, A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta sobre a proliferação de casos de gonorreia resistente a medicamentos, uma vez que nessa análise foram registrados pelo menos três casos em que nenhum antibiótico foi capaz de tratar a gonorreia – no Japão, na França e na Espanha, segundo a agência BBC.

Quando uma pessoa tem o hábito de tomar antibióticos para tratar uma simples dor de garganta comum, outras bactérias presentes no local (como da espécie Neisseria - a qual pertence à causadora da gonorreia) podem se tornar resistentes a esse antibiótico, atrapalhando no tratamento caso a pessoa venha a contrair a DST futuramente pelo sexo oral, por exemplo.

Com a sífilis, existe uma ameaça parecida. O tratamento de primeira escolha é a penicilina benzatina, mas as poucas empresas no mundo que ainda produzem esse medicamento tão antigo não têm dado conta da demanda. Os antibióticos que seriam a segunda opção – da classe da azitromicina – não têm funcionado em alguns casos devido à resistência bacteriana.

Recentemente a OMS mudou as diretrizes para tratamento da clamídia por conta do aumento do número de registros de bactérias resistentes aos antibióticos da classe das quinolonas (são grupos de antibióticos usados no tratamento das infecções bacterianas).  Para a clamídia, a organização tem diferentes recomendações de acordo com o grau da infecção e o local afetado.

A Organização Mundial de Saúde estima que sejam diagnosticados pelo menos um milhão de novos casos de infecções sexualmente transmissíveis por dia e, dentre elas, uma que chama muita atenção é a sífilis. Estima-se que, a cada ano, cerca de 131 milhões de pessoas são infectadas pela clamídia, 78 milhões pela gonorreia e quase seis milhões pela sífilis, sem contabilizar outras infecções sexualmente transmissíveis, como por HIV, HPV, herpes e hepatites virais. Vale lembrar que o HIV, que infecta 2,5 milhões por ano, também pode se tornar resistente aos antivirais se o tratamento e as medidas de prevenção não forem levados a sério.

Sendo assim, não dá pra relaxar!!! Camisinha sempre e do começo ao fim, inclusive no sexo oral. Realizar exames de rotina, procurar um médico quando apresentar algum sintoma diferente ou quando se expuser diante de alguma situação de risco e seguir o tratamento corretamente são essenciais na preservação de sua saúde. Ah, avise seus parceiros(as) para que eles se tratem também!


Referências:




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Jovens são as maiores vítimas da silenciosa sífilis em MG



A sífilis, assim como outras doenças, não escolhe cor, grupo social ou gênero de quem é infectado. Mas em meio ao número elevado de casos que atingiu Minas nos últimos anos, um grupo específico tem se destacado em meio às notificações registradas pela Secretaria de Estado de Saúde: os jovens. Entre as mais de 24 mil pessoas diagnosticadas com a doença, cerca de 58,9% possuem idade inferior a 34 anos.


Os casos se referem aos transmitidos por relação sexual sem camisinha com alguma pessoa infectada, transfusão de sangue ou mesmo pelo compartilhamento de agulhas e seringas contaminadas. O percentual de jovens diagnosticados com a doença desde 2010 representa um total de 14.638 pessoas em MG.
“A população está mudando, os comportamentos estão mudando e a forma com que a prevenção e a educação sexual estão sendo tratadas também precisa mudar”, aleta a coordenadora de IST/Aids e hepatites virais da pasta, Jordana Costa Lima. “Historicamente, os jovens são o grupo mais suscetível às DSTs, e nos últimos anos esse comportamento de risco cresceu bastante”, aponta Jordana.
Os dados refletem uma mudança no perfil dessas pessoas, que deixaram de se prevenir, e passaram a ter mais relações e parceiros. Para se uma ter ideia, pesquisa recente do Ministério da Saúde mostrou que nove em cada 10 jovens de 15 a 19 anos sabem que usar camisinha é o melhor jeito de evitar HIV, mas, mesmo assim, 6 em cada 10 destes adolescentes não usaram preservativo em alguma relação sexual no último ano.


Dentro do grupo de alerta para a SES-MG, o destaque está na presença dos homens. Em números gerais, a razão entre os sexos é para cada dois homens uma mulher é infectada. “Entre os homens, a doença é mais frequente, principalmente entre os homossexuais, pois se trata de um grupo onde as relações sexuais são mais transmissíveis”, explica Jordana. “Esse é um assunto que precisa ser levado para dentro das escolas, para dentro das famílias. Infelizmente, ocultar esse debate dos jovens não impede que eles se relacionem. Precisamos quebrar esse paradigma e mostrar a importância de se prevenir e de se tratar”, exclama.


Doença silenciosa
A maioria das pessoas com sífilis tende a não ter conhecimento da infecção, principalmente no período latente da doença, quando não se observa nenhum sinal ou sintoma clínico. No entanto, mesmo durante essa fase, pode-se transmitir a infecção aos parceiros sexuais.
Dessa forma, a principal maneira de prevenir a doença é fazer uso do preservativo, seja ele masculino ou feminino. “É importante ressaltar que em todas as relações sexuais (anal, vaginal e oral) deve-se utilizar o preservativo”, ressalta Jordana.


A coordenadora de DST/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Estado da Saúde ainda explica que a adesão do parceiro ao tratamento é importante para que a doença não retorne ao paciente. “A sífilis é uma doença muito fácil de ser transmitida, mais até que a hepatite e o vírus HIV. Além disso, se a mulher se trata e o parceiro não, ela volta a ser infectada e começa um novo ciclo da doença”, diz. Ela lembra ainda que a pessoa com sífilis tem maior chance de contrair o vírus da Aids, porque um dos sintomas da doença é as feridas, que aumenta a exposição ao HIV.


O alerta em Minas Gerais é ainda maior, uma vez que se somados os números de sífilis congênita e gestante, os casos diagnosticados da doença desde 2011 chegam a 42.225, fora os que podem ter sido subnotificados.


Na forma congênita, em que os casos também cresceram vertiginosamente nos últimos anos, o tratamento é gratuito e disponibilizado pelo SUS. No entanto, para que ele seja realizado adequadamente, tanto as gestantes quanto seus parceiros devem fazer os exames de diagnóstico. “Em caso de resultado positivo para a gestante, é fundamental que o parceiro também procure os serviços de saúde e passe pelo tratamento. Dessa forma, a reinfecção por sífilis é evitada e a saúde da mãe e do bebê ficam garantidas”, diz Jordana.


Consulte o link abaixo e encontre a unidade apta a fazer o teste mais próxima de você.

http://www.aids.gov.br/pt-br/acesso_a_informacao/servicos-de-saude



sífilis

Candidíase no homem


A Candidíase é uma infecção causa pelo fungo Candida albicans. Esse micro-organismo faz parte do nosso organismo. Nosso sistema imunológico é capaz e eficaz em controlar sua proliferação, fazendo com que ele exista apenas em pequena quantidade. A doença surge quando o sistema imunológico se encontra enfraquecido e/ ou quando há uma alteração da flora de bactérias da pele, que é o que pode acontecer quando há uso prolongado de antibióticos. Esses fatores citados entre outros favorecem a proliferação da Candida. Dando origem a candidíase que é o termo usado para a infecção causada pela pelo crescimento exacerbado desse fungo.
Portanto que fique bem claro, ter o fungo Candida na pele de forma assintomática é totalmente diferente de ter a doença candidíase!!!!
Nos homens candidíase genital é geralmente adquirida sexualmente, ela não é classificada como uma infecção sexualmente transmissível (IST ou DST) porque pode surgir por outros fatores sem estar relacionado com o ato sexual. Esses fatores podem ser:
·         Uso prolongado de antibióticos
·         Diabetes mellitus
·         Uso de corticosteroides e imunossupressores
·         Falta de higiene pessoal

O sexo não implica, necessariamente, na transmissão da infecção, no entanto  homens que possuem parceiras com a infecção fúngica (candidíase vulvovaginal) recorrente estão mais susceptíveis a desenvolver a infecção. O tratamento somente se faz necessário, caso o paciente apresente alguns ou todos os sintomas abaixo:

·         Dor durante a relação sexual;
·         Sensação de queimação ao urinar;
·         Assaduras na cabeça do pênis;
·         Leve inchaço;
·         Cortes na pele do pênis;
·         Manchas ou placas brancas no pênis;
·          Coceira no pênis e/ou região escrotal e virilha;

·         Eventual corrimento semelhante ao sêmen.

A candidíase peniana pode ser considerada uma balanite que é caracterizada por uma inflamação da mucosa que envolve a glande (cabeça do pênis) ou balanopostite, quando a inflamação afeta simultaneamente a glande e a face interna do prepúcio (pele que recobre a glande).
 Os sintomas ainda podem ser confundidos com gonorreia e herpes. Portanto é indispensável a avaliação médica, para um diagnóstico correto  e um tratamento adequado.
A melhor maneira de se prevenir e se ver livre dessas infecções é o uso do preservativo em todas as relações sexuais!!

Fontes:

http://www.mdsaude.com/2013/11/candidiase-em-homens.html
https://www.supersaude.org/candidiase-peniana/
https://drauziovarella.com.br/sexualidade/balanite-balanopostite/

Saiba mais sobre o uso correto do absorvente interno




Tem sido comum ouvirmos falar de mortes causadas pelo uso de absorvente interno, não só no Brasil como no mundo inteiro. Mas será que os absorventes internos fazem mesmo assim tão mal a ponto de causar a morte?

Há pouco tempo, o Terra noticiou o caso de uma adolescente de 14 anos que morreu vítima de uma rara infecção após usar um absorvente interno pela primeira vez. A família dela descobriu que ela morreu de Síndrome do Choque Tóxico (SCT), uma infecção fatal provocada por uma toxina bacteriana produzida pelas bactérias Gram-positivas Staphylococcus aureus (mais frequente) ou Streptococcus pyogenes.

Os riscos do absorvente interno

Síndrome do choque tóxico

Nessa síndrome, foram identificados em muitos casos o acúmulo de sangue menstrual em absorventes internos que utilizavam fibras sintéticas e produtos químicos que ampliavam sua absorção. Dentre os sintomas da doença estão:

Febre alta (mais de 39°C)
Pressão sanguínea baixa 
Vermelhidão, erupção difusa, branqueamento com descamação subsequente, especialmente das palmas e solas dos pés
Envolvimento de três ou mais sistemas:
Envolvimento gastrointestinal (vômito, diarreia)
Hiperemia da membrana mucosa (vaginal, oral, conjuntival)
Insuficiência renal
Inflamação hepática 
Trombocitopenia 
Envolvimento cerebral (confusão, dor de cabeça ou convulsão)

A incidência da doença é de 15 a 52 casos em cada milhão de habitantes. A mortalidade varia entre 30 e 70% dos casos. Entretanto, desde nos anos 1990, têm sido mais raros os casos associados ao uso de tampões.
Agrotóxico até em absorvente

Recentemente, cientistas argentinos descobriram restos de glifosato em gazes e absorventes, em 8 de 10 produtos que contêm algodão. Estima-se que 85% dos produtos de higiene pessoal que contêm algodão apresentam resíduos dessa substância. A questão precoupa mais se o produto for usado internamente, claro!

O glifosato é um ingrediente básico do herbicida RoundUp da Monsanto, tendo sido classificado pela OMS como uma substância potencialmente cancerígena.

O lado bom do absorvente interno

Apesar desses riscos, há quem defenda o uso dos absorventes íntimos. É o caso do ginecologista Caio Rosenthal, que explicou ao Bem-Estar que os casos de infecção são mínimos. Entretanto, ele aconselha higienizar bem as mãos antes de usá-los e fazer a troca deles para evitar infecções.

Outro ginecologista que defende os absorventes íntimos é o médico José Bento, que explicou que o interno é mais higiênico porque não entra em contato com a região genital, além de não friccionar a vagina. Sem falar no conforto e na mobilidade que proporciona à mulher - algo que é relativo, pois há mulheres que não se sentem cômodas com esse tipo de absorvente. Tanto que aqui no Brasil 88% disseram, em uma enquete realizada pelo Bem-Estar, que preferem o externo.
Cuidados: dicas para fazer um bom uso dos tampões

Mas não pense que apenas o absorvente interno oferece perigo à saúde da mulher, o externo também tem os seus riscos.

Alguns cuidados são essenciais para o uso de qualquer um deles, como:

* lavar as mãos,

* não dormir com absorvente interno,

* usar o tamanho adequado para o tipo de fluxo menstrual.

Confira mais dicas para usar bem o absorvente interno:
Para evitar infecções, respeite o tempo de troca

O tempo de troca entre um absorvente e outro deve ser respeitado para evitar o acúmulo de sangue. No caso do absorvente interno, a recomendação é trocá-lo a cada 4 horas.
Para evitar ressecamento e feridas, use o tamanho adequado

O tamanho do absorvente interno deve ser adequado ao fluxo menstrual. Além disso, ele não deve ser usado fora do período menstrual, ou quando este estiver no final, pois pode causar ressecamento na parede interna da vagina, microulcerações e descamação vaginal.
Alterne para evitar alteração do pH vaginal

Por estar dentro da vagina, o absorvente interno absorve, também, os mucos vaginais, podendo alterar o pH do local. Isso pode provocar infecções, já que reduz a imunidade. Esse risco ocorre, também, com o absorvente externo, mas é bem menor. Que tal alternar, durante a menstruação, os dois tipos de absorventes?
Higiene para evitar contaminação

As bactérias do meio ambiente podem entrar em contato com o interior da vagina através do absorvente interno, causando inflamações e, até mesmo, infecção urinária. Entretanto, isso é fácil de evitar lavando bem as mãos antes de manipulá-lo e introduzi-lo logo após retirar a embalagem protetora. Para evitar contaminação, procure trocar o absorvente toda vez que for evacuar.
Riscos ao dormir

O uso do absorvente interno não é indicado durante o sono, já que ele precisa ser trocado com mais frequência do que o absorvente externo. Prefira o absorvente noturno.
Algumas dúvidas frequentes

A Boa Forma organizou algumas informações para dirimir dúvidas frequentes sobre o absorvente interno. Confira a seguir:
1. E se a cordinha sumir?

O absorvente não corre o risco de ficar perdido dentro do corpo, pois não tem como ele sair da vagina, a não ser para fora. Caso aconteça de a cordinha entrar, basta fazer uma pinça com os dedos para puxá-lo. Se isso não der certo, procure o seu ginecologista. Procure sempre deixar a cordinha visível.
2. Existe o risco de vazar?

Não, a não ser que você tenha um ciclo muito forte e escolher um tamanho insuficiente (mini ou médio) para ele ou, mesmo que use o super, você ficar com ele por mais tempo que o indicado. Lembre-se que o tempo máximo de uso é 4 horas.
3. Por que não é bom ficar com ele por mais tempo?

A função do absorvente interno é obstruir a saída do sangue pela vagina. O algodão absorve o sangue, que, se permanecer por um tempo prolongado (mais de oito horas) em contato com a vagina, pode provocar o crescimento de bactérias capazes de alterar a flora vaginal e causar infecções genitais. Se o esquecimento for por dias, os riscos são maiores, como inflamações também no útero e nas trompas. Em casos mais graves (e raros), a bactéria pode chegar `a corrente sanguínea e causar uma infecção generalizada.
4. Quem tem DIU pode usar esse tipo de produto?

Sim, pois eles ocupam espaços diferentes. O DIU é inserido pelo ginecologista dentro do útero, já o absorvente fica na vagina. Localmente, o absorvente fica na entrada da vagina e o DIU fica mais em cima.
5. Como saber se está no lugar certo?

O seu corpo lhe dirá. Se você sentir um incômodo é porque o absorvente está mal colocado.
6. Qual é o melhor jeito de introduzi-lo?

Em pé, com uma perna flexionada e o pé apoiado no vaso sanitário. Forme uma pinça com os dedos e introduza o absorvente na vagina e empurre-o com o indicador até a metade do dedo ou use o aplicador.
7. Há algum tipo de contraindicação?

Não. Até mulheres virgens podem usar, mas nesse caso é melhor ir ao ginecologista para checar o tipo de hímen. A maioria das mulheres tem abertura circular, não oferecendo resistência, mas algumas podem apresentar uma película no meio, inviabilizando a introdução do absorvente.
Interno ou externo? Qual usar?


Claro que isso depende da forma como se sente mais cômoda e do que atende melhor às suas necessidades. Cada mulher deve usar o absorvente a faça se sentir melhor, mas existem prós e contras de ambos os lados.

O absorvente interno é prático, marca menos e costuma deixar as mulheres mais seguras quanto a "acidentes". Além disso, como vimos, muitos especialistas defendem que ele não oferece risco à saúde e que até é melhor por não abafar a vagina, evitando dermatites.

O absorvente externo favorece a concentração de umidade e calor na região íntima, condições perfeitas para que bactérias e fungos se desenvolvam na região vaginal, favorecendo doenças como candidíase, alergia e contaminações. Mas se as trocas forem feitas com regularidade e a higienização da área for feita corretamente, esses riscos são muito pequenos.
Resumindo: absorvente interno faz mal ou não?

Como vimos, se usado como indicado na embalagem, respeitando o tempo, tendo a devida higiene e usando um produto de boa qualidade, os riscos são ínfimos. Tanto o externo quanto o interno são suficientemente seguros. Um aspecto a ser levado em conta é que ambos poluem, pois são feitos com embalagens de plástico. Eles não são nada ecológicos. Para quem quer respeitar o meio ambiente e o seu próprio corpo, a melhor opção é o coletor menstrual. Além disso, o coletor menstrual é seguro, prático e econômico.
Uma boa opção: o coletor menstrual

O coletor menstrual evita que todo mês você compre absorventes, já que é um produto reutilizável. Ele pode durar até 10 anos, se usado corretamente. Ele também é confortável, dando mais liberdade aos movimentos do corpo. Você o esvazia no momento certo, sendo essa uma garantia de que ele não vai vazar e causar manchas nas roupas. Para limpá-lo fora de casa, basta uma toalha de papel. Outra vantagem é que ele evita odores desagradáveis.

O coletor também não ocupa espaço, cabendo em sua bolsa perfeitamente. Armazene-o em um saquinho próprio, de preferência de algodão. O tempo que o coletor pode ficar dentro do corpo é de até 8 horas seguidas. Ou seja, é uma ótima opção!

Agora que você está bem informada sobre os tipos de absorvente, ficou fácil escolher aquele que melhor atende as suas necessidades.

Fonte: https://www.greenme.com.br/viver/saude-e-bem-estar/5159-absorvente-interno
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