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Prescrição de antirretrovirais por farmacêuticos

 

Por Clara Magossi

Data: 25/10/2020



Nesse mês de outubro, a Portaria da Secretaria Municipal de Saúde do estado de São Paulo, autorizou que os farmacêuticos do município, prescrevessem Profilaxias Pré e Pós-exposição ao HIV (PrEP e PEP), além de solicitar exames pertinentes. Tal protocola foi implantado pois, há evidências positivas no meio da pesquisa que mostram que a introdução da PrEP e PEP de forma ágil, pode auxiliar na prevenção da infecção por HIV.

É valido ressaltar que a autorização para a prescrição das profilaxias não coube somente para os farmacêuticos, mas também é incluso a ação de cirurgiões dentistas.

Para que esses profissionais de saúde possam receitar tais medicamentos, é preciso passar por processos de capacitações, as quais serão fornecidas pelos serviços de saúde.


Portaria PM-DST/AIDS nº 364/2020 : http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/doflash/prototipo/2020/Outubro/02/cidade/pdf/pg_0021.pdf

Protocolos Clínicos e Diretrizes de Tratamento (PCDT)

http://www.aids.gov.br/pt-br/profissionais-de-saude/hiv/protocolos-clinicos-e-manuais







Para finalizar o mês de julho que é o mês do combate às Hepatites virais, nosso projeto irá falar um pouquinho das hepatites virais em um geral e depois se aprofundar na hepatite C.

O que é hepatites virais?

Segundo o ministério da saúde as hepatites são: ‘É uma infecção que atinge o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem se manifestar como: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.’

No Brasil as mais comuns são as hepatites A, B e C, também existe a D, porem não é tão comuns igual as outras citadas, pois é mais encontrada na região norte do país. Já a hepatite E, dificilmente é encontrada no Brasil, ela se encontra com mais relevância na África e Ásia.

‘’O impacto dessas infecções acarreta em aproximadamente 1,4 milhões de mortes anualmente no mundo, seja por infecção aguda, câncer hepático ou cirrose associada as hepatites. A taxa de mortalidade da hepatite C, por exemplo, pode ser comparada ao HIV e tuberculose.’’



Hepatite C

A hepatite C é um processo inflamatório causado pelo vírus C da hepatite.

Este vírus pode se manifestar de uma forma aguda ou até mesmo crônica, sendo a forma crônica a mais comum. Segundo dados do ministério da saúde ‘A hepatite crônica pelo HCV é uma doença de caráter silencioso que evolui sorrateiramente e se caracteriza por um processo inflamatório persistente no fígado. Aproximadamente 60% a 85% dos casos se tronam crônicos e, em média, 20% evoluem para cirrose ao longo do tempo. Uma vez estabelecido o diagnóstico de cirrose hepática, o risco anual para o surgimento de carcinoma hepatocelular (CHC) é de 1% a 5% (WESTBROOK; DUSHEIKO, 2014). O risco anual de descompensação hepática é de 3% a 6%. Após um primeiro episódio de descompensação hepática, o risco de óbito, nos 12 meses seguintes, é de 15% a 20% (WESTBROOK; DUSHEIKO, 2014).’

As formas de transmissões podem acontecer de varias formas, sendo elas:

  • Contato com sangue contaminado, pelo compartilhamento de agulhas, seringas e outros objetos para uso de drogas (cachimbos);

  • Reutilização ou falha de esterilização de equipamentos médicos ou odontológicos;

  • Falha de esterilização de equipamentos de manicure;

  • Reutilização de material para realização de tatuagem;

  • Procedimentos invasivos (ex: hemodiálise, cirurgias, transfusão) em os devidos cuidados de biossegurança;

  • Uso de sangue e seus derivados contaminados;

  • Relações sexuais sem o uso de preservativos (menos comum);

  • Transmissão de mãe para o filho durante a gestação ou parto (menos comum).



É importante lembrar que a hepatite C não é transmitida pelo leite materno.

Sintomas:



Os sintomas são raros de se manifestar visto que apenas 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas. Por isso é tão importante a população realizar o teste de modo espontâneo, para com isso ter o combate a este agravo.

O diagnostico como é feito?



Geralmente a hepatite é descoberta quando já esta na fase crônica. Sendo assim o diagnostico é feito através de testes rápidos, podendo ser de rotina ou ate mesmo quando há doação de sangue. À vista disso a importância de realizar testes com certa frequência. Nos teste sendo eles rápidos ou sorológicos quando a pessoa esta infectadas é apontado a presença de anticorpos anti-HCV, após ter confirmado a presença deste anticorpo é necessário realizar um exame para detectar a cagar viral HCV-RNA.

O tratamento é disponibilizado pelo SUS (sistema único de saúde), tendo disponíveis medicamentos que pode levar a cura e impedir a progressão da doença.

Como é realizado o tratamento?



O tratamento da hepatite C é feito com os chamados antivirais de ação direta (DAA), que apresentam taxas de cura de mais 95% e são realizados, geralmente, por 8 ou 12 semanas. Os DAA revolucionaram o tratamento da hepatite C, e possibilitam a eliminação da infecção.

Todas as pessoas com infecção pelo vírus da hepatite C (HCV) podem receber o tratamento pelo SUS. O médico, tanto da rede pública quanto suplementar, poderá prescrever o tratamento seguindo as orientações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C e Coinfecções. Pacientes em fase inicial da infecção podem ser tratados nas unidades básicas de saúde, sem a necessidade de consulta na rede especializada para dar início ao tratamento.

E a prevenção? Como é feita?



Ainda não existe vacina para a hepatite C, mas é simples a prevenção,

  • Não compartilhar com outras pessoas qualquer objeto que possa ter entrado em contato com sangue (seringas, agulhas, alicates, escova de dente, etc);

  • Usar preservativo nas relações sexuais;

  • Não compartilhar quaisquer objetos utilizados para o uso de drogas;

  • Toda mulher grávida precisa fazer no pré-natal os exames para detectar as hepatites B e C, a HIV e sífilis. Em caso de resultado positivo, é necessário seguir todas as recomendações médicas. O tratamento da hepatite C não está indicado para gestantes, mas após o parto a mulher deverá ser tratada.



Tambem é importante ter alguns cuidados quando se sabe que o individuo está contaminado:

  • Ter seus contatos sexuais e domiciliares e parentes de primeiro grau testados para hepatite C;

  •  Não compartilhar instrumentos perfurocortantes e objetos de higiene pessoal ou outros itens que possam conter sangue;

  • Cobrir feridas e cortes abertos na pele;

  • Limpar respingos de sangue com solução clorada;

  •  Não doar sangue ou esperma.

Importante lembrar que a pessoa que tem hepatite C pode participar de todas as atividades, incluindo esportes de contato, podem compartilhar alimentos e beijar outras pessoas.


Gonorreia: Fique atento aos sintomas dessa infecção sexualmente transmissível


   Gonorreia é uma infecção causada por bactérias que podem atingir os órgãos genitais masculino e feminino, em especial a uretra (canal que liga a bexiga ao meio externo). A gonorreia pode infectar o pênis, o colo do útero, o reto (canal anal), a garganta e os olhos. Quando não tratadas, essas doenças podem causar infertilidade (dificuldade para ter filhos), dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas, entre outros danos à saúde. Apesar de apresentar muitos sintomas, é muito comum estar doente e não ter sintoma algum. Por isso, é recomendável procurar um serviço de saúde periodicamente, em especial se houve sexo sem camisinha.
   Segundo o departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, a bactéria Neisseria gonorrhoeae, que causa a gonorreia, se manifesta no organismo pelos seguintes sintomas:

Na mulher:
  • Corrimento purulento ou com cheiro ruim (amarelado ou claro)
  • Ardência na vagina e ao fazer xixi
  • Cólicas
  • Dor na relação sexual
   A maior parte das mulheres infectadas provavelmente desenvolve sintomas, mas muitas permanecem assintomáticas ou desenvolvem sintomatologia leve que não gera preocupação e assim, não busca assistência médica. O período de incubação da gonorréia é mais variável e menos definido nas mulheres que nos homens, mas a maioria das que se tornam sintomáticas fazem-no em 10 dias. Os sintomas predominantes incluem a cervicite (inflamação do colo uterino), às vezes uretrite (inflamação da uretra), corrimento vaginal, dor e dificuldade pra urinar (disúria) e sangramento fora do período menstrual. O exame físico pode ou não revelar exsudato cervical purulento (corrimentos). Também se manifesta dor ao apalpar a região sobre o útero. Alterações tubárias podem ocorrer, levando aproximadamente a 10% dos casos a obstrução tubária e infertilidade. Nos casos em que não ocorre obstrução, há risco de gravidez ectópica.

Já os sintomas de gonorreia masculina são:
  • Saída de pus ou corrimento pela uretra
  • Dor nos testículos
  • Dor ao urinar
  • Sensação de “urina quente”
    A uretrite aguda ou gonorreia representa a manifestação predominante no homem. O período de incubação é de 2 a 5 dias, podendo variar de 1 a 10 dias. Os principais sintomas incluem o corrimento uretral e dor e dificuldade pra urinar, geralmente sem aumento da freqüência ou urgência urinária. O corrimento pode ser inicialmente mucóide, mas em 1 a 2 dias, torna-se purulento. Comparada à uretrite não-gonocócica, o período de incubação da gonorréia mostra-se menor, a disúria revela-se mais comum e o corrimento, mais abundante e purulento. As uretrites gonocócicas são causadas pela Neisseria gonorrheae, e as não gonocócicas são causadas por diferentes tipos de germes, entre os quais a Chlamydia trachomatis.

   Além da transmissão pelo sexo anal e vaginal, o sexo oral pode gerar casos de gonorreia na garganta. Eles são ainda mais perigosos, visto que apenas uma pequena parcela dos casos é sintomática, apresentando secura e machucados na faringe. Nos demais, a doença é silenciosa, o que facilita a transmissão.

   A prevenção é feita com uso de preservativos nas relações sexuais, inclusive para a prática de sexo oral. Essa é a única forma de evitar o contágio com a bactéria da gonorreia. Assim, procure sempre assistência médica ao primeiro sinal de corrimento ou secreção purulenta, coceira ou ardor ao urinar e siga rigorosamente a prescrição médica para ter certeza de que a bactéria foi eliminada por completo.
Referências:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0037-86822000000500007> Acesso em: 23 de Abril de 2019
<http://giv.org.br/DST/Clam%C3%ADdia-Gonorreia/index.html> Acesso em: 23 de Abril de 2019
<https://www.vix.com/pt/saude/547946/corrimento-sensacao-de-urina-quente-e-6-sinais-de-gonorreia-no-homem-e-na-mulher> Acesso em: 23 de Abril de 2019

Vamos falar sobre sífilis: a IST que virou epidemia nacional





A sífilis é assim, começa com um machucado. Indolor, costuma não ser bonito, mas também não é o fim do mundo. Quando aparece na região genital, fica evidente nos homens, mas pode acabar escondido dentro da vagina da mulher sem chamar atenção. Há ainda outros casos discretos, como na garganta ou no ânus. Aí, quando você está começando a se preocupar, Bam! A ferida desaparece. Parabéns! Seu sistema imunológico é mesmo incrível, né? Na verdade, não. Você só passou para a próxima etapa de uma doença que, a curto ou longo prazo, pode atacar seu cérebro, mudar a estrutura dos seus ossos, deformar seu rosto e matar seus filhos. Você tem sífilis.
A sífilis é um assunto sério! Vamos saber mais sobre essa infecção sexualmente transmissível, suas causas, prevenção e tratamento?!
O que é a sífilis?
É uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum através de relação sexual sem proteçãoPode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios. Ela invade o corpo em quatro fases. Cada etapa determina o quanto o organismo está dominado pelos micro-organismos. 
A primeira, denominada como sífilis primária é rápida (dura no mínimo quatro e no máximo oito semanas) e se manifesta como uma ferida indolor que desaparece sozinha, sem deixar rastros. O fato de o machucado não doer está longe de ser bondade. É estratégia de sobrevivência das bactérias. Se não dói, dá para transar, né?! – e disseminá-las.
A sífilis secundária é ainda mais favorável para as bactérias. A doença volta a dar as caras entre seis semanas e seis meses após os machucados genitais sumirem. A pessoa infectada pode apresentar feridas pelo corpo, manchas vermelhas e lesões na palma das mãos ou dos pés. Esses sintomas que podem ser facilmente confundidos com uma alergia cutânea. E sabia que se você tomar um antialérgico, é provável que as feridas sumam?! O que é péssimo. Essas reações afinal são tentativas do corpo de sinalizar a doença, e uma medicação equivocada para abafar os sintomas mascara o pedido de socorro. Uma vez que os sinais se vão mais uma vez, se torna um passe livre para voltar a transar e multiplicar a espécie da bactéria. E assim começa a terceira fase da doença.
A sífilis latente pode durar até 40 anos, ficando reclusa, quietinha, sem manifestar sintomas. Na verdade, ela perde até seu caráter infeccioso; ou seja, o portador não passa mais a bactéria para frente.
Mas aí vem a sífilis terciária que é a fase aguda da doença. As úlceras que começam a brotar pelo corpo são tão agressivas que, em regiões de contato direto da pele com ossos, como no crânio, o esqueleto começa a ser corroído. Implacável, a infecção ainda ataca os sistemas vascular e nervoso – o que pode acontecer precocemente entre a primeira e a segunda fase. Quando a bactéria finalmente ocupa o cérebro, o infectado começa a sentir alterações de humor e pode desenvolver demência. É a chamada neurosífilis. Nesta última fase, finalmente, transar não ameaça mais aos outros. A sífilis deixa de ser infecciosa e quer acabar somente com o portador.
E um dos alvos mais frágeis é um grupo que tem sofrido particularmente com epidemias recentes no Brasil: as grávidas. Assim como o zika, a sífilis não poupa os bebês. Se uma gestante está infectada, em qualquer fase da doença, a criança pode nascer com sífilis congênita. 59% das crianças nascidas de mães com sífilis também apresentaram sinais da bactéria. A condição pode ocasionar más formações neurológicas e ósseas, além do óbito da criança. 

Como diagnosticar?
Se você se expôs à alguma situação de risco, como praticar sexo sem uso de preservativo, basta fazer o teste rápido (TR) de sífilis que está disponível nos serviços de saúde do SUS, sendo prático e de fácil execução, com leitura do resultado em, no máximo, 30 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial. O TR de sífilis é distribuído pelo Departamento das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais/Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde (DIAHV/SVS/MS), como parte da estratégia para ampliar a cobertura diagnóstica.
E como é o tratamento?
A infecção pode ser curada com um tratamento barato e simples: algumas doses de penicilina. Se a doença for diagnosticada no primeiro ano, a cura se resume a apenas duas injeções de benzetacil, uma em cada glúteo. Sim, aquela mesma que você encontra na farmácia e que pode ser administrada em  grávidas. Se o diagnóstico só aparecer mais tarde, sem problemas: penicilina cristalina (uma versão mais poderosa do antibiótico) nela, dessa vez por um pouco mais de tempo, duas injeções por glúteo em três doses semanais. Esse procedimento consegue até mesmo impedir a passagem da bactéria da grávida para seu filho.
Mas como é que o Brasil conseguiu virar palco de uma epidemia tão facilmente curável?
Umas das justificativas utilizadas pelo Ministério da Saúde é a queda no uso das camisinhas. Ela, de fato, é real e importante nessa causa, pois o uso da mesma previne não só a sífilis, mas também todas as outras infecções além da gravidez indesejável. Uma outra explicação é que a acessibilidade da penicilina tenha passado de nossa maior aliada para nossa maior inimiga. O preço modesto, que deveria facilitar o acesso da população à droga, desestimula a indústria farmacêutica a fabricá-la. Resultado: em 2015, faltou penicilina nas prateleiras do Brasil. E mesmo quando havia remédio aparecia um problema: ninguém na rede pública queria aplicá-lo, ficando restritos a postos de atendimento onde não havia suporte para a aplicação da medicação em um portador de sífilis, pois havia o risco de um choque anafilático, por exemplo. Até julho de 2015 era proibida a aplicação do medicamento pela equipe de enfermagem de locais que não estivessem equipados e se um enfermeiro do local resolvesse administrar penicilina, poderia ser responsabilizado por isso. O resultado foi o medo: segundo o Ministério da Saúde, 50% das equipes médicas evitavam aplicar penicilina por causa desse receio. Há também uma culpa paterna pela disseminação da doença, pois 62% dos parceiros de mulheres grávidas com sífilis não tomam os medicamentos, dando continuidade ao ciclo da bactéria.
E o que fazer diante disso?
Expor a situação ao público é só uma das frentes de batalha contra a sífilis. Outras medidas urgentes estão em andamento. Com a declaração da epidemia, o governo está articulando para liberar o preço da penicilina, para que fique mais cara. E isso é bom para o combate à sífilis. Apesar de soar contraintuitivo, a realidade é que a indústria farmacêutica não tinha interesse em produzir um medicamento que não lhe desse uma margem de lucro alta, mesmo que curasse centenas de milhares de pessoas. Agora é hora de estimular a produção do remédio. Um parecer do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) também liberou a aplicação dos medicamentos em postos de atendimento. E no momento está havendo um cuidado progressivo com os diagnósticos, pois entre 2001 e 2015 os testes rápidos entregues pelo SUS passaram de 1 milhão para 6 milhões; o Ministério da Saúde afirma que está instruindo médicos a falar de IST e a distribuir o exame na primeira semana de pré-natal. Outra medida de conscientização que deve ser tomada pela população é o uso indispensável do preservativo em toda e qualquer prática sexual, pois dessa forma, vai estar evitando o contato com a bactéria causadora da sífilis e suscetivamente sua propagação. 
Dificilmente essas boas práticas resolverão o problema da sífilis no Brasil, ainda que, sem sentir dor, muitos brasileiros infectados não estejam nas preocupantes estatísticas só porque não foram ao médico perguntar sobre aquela feridinha que, olha só, já passou...
FIQUEM LIGADOS! PREVENÇÃO É A MELHOR ESCOLHA!!!
Fonte: REVISTA SUPERINTERESSANTE: A NOVA CARA DA SÍFILIS
< https://super.abril.com.br/saude/a-nova-cara-da-sifilis/ > acesso em 12 Ago 2018

MINISTÉRIO DA SAÚDE: SÍFILIS < http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-sao-ist/sifilis > acesso em 12 Ago 2018

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