É sabido que desde a sua
“explosão” no final do século para os dias atuais, o número de pessoas
infectadas pelo HIV, vem diminuindo em escala global. No entanto, apesar dessa
diminuição, sabe-se que ainda se tem um caminho considerável para percorrer
para assim extinguir com a infecção.
Todavia, apesar das
estatísticas mostraram essa diminuição, elas mostraram que esta ocorre de forma
desigual entre os países e que os adolescentes são o grupo que possuem maior
risco contraírem a infecção.
Assim sendo, Vera Paiva
comenta que “A maior vulnerabilidade dos adolescentes ao HIV é uma tendência
global. Atualmente, existem mais de 2 milhões de adolescentes e jovens adultos
(15-24 anos) infectados. Esse é o único grupo em que a taxa de infecção
continua a aumentar, com um risco relativo 50% maior em relação às outras
faixas etárias”
“Conforme disse Gunilla
Carlsson, diretora executiva da Unaids [Programa Conjunto das Nações Unidas
sobre HIV/AIDS], é inaceitável que toda a semana 6 mil adolescentes, meninas e
jovens mulheres sejam infectados por HIV em todo o mundo porque seus direitos
reprodutivos e sexuais continuam sendo negados”, disse Paiva, que coordena uma
pesquisa sobre adolescência e Aids no Brasil. O estudo é apoiado pela FAPESP
por meio de um Projeto Temático.
è Dados epidemiológicos:
Como exemplo para mostrar sobre a
situação atual sobre a infecção, foi utilizados dados sobre o estado de Minas
Gerais, retirados da SINAN – IST -HIV/AIDS/SES/SUBVS-SVE-DVCC-CIST.
É válido acrescentar que Em Minas
Gerais, o diagnóstico pode ser realizado através da sorologia anti-HIV e testes
rápidos, disponíveis em todas as unidades básicas de saúde ou nos serviços
ambulatoriais conveniados ao Sistema
Único de Saúde (SUS). Os testes rápidos também estão disponíveis nos Serviços de Atenção Especializada
(SAE) e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Práticos e de fácil execução,
fornecem o resultado em, no máximo, 30 minutos, a partir da coleta de uma gota
de sangue ou fluido oral.
Referências


